5. Jogos de Improviso, Atividades Espontâneas e Terapia do Riso

   Estes três assuntos estão ligados direta E indiretamente um ao outro, porém o que diferencia um do outro é sua organização e finalidade.

   A Recreação Improvisada, procura explorar essas três tecnicas junto aos seu público, afim de desenvolver aptidões mentais, físicas e socias.

   Os Jogos de Improvisação, atualmente, tem o foco voltado ao lazer contemplativo, onde atores desenvolvem individualmente ou não ações do cotidiano para desenrolar tais atividades apresentadas pelo grupo espectador.

   Atividades Espontâneas, por mais parecido com jogos de improvisação é estimulada através de músicaou jogos ludicos focando desenvolver ou solucionar situação psicoterapêutica.

   Já a  Terapia do Riso, desenvolve aos seus praticantes melhorias físicas, mentais e sociais através da ação de RIR.

   Abaixo encontrarão três textos apresentados pela Equipe Ri, onde explora esses três temas.

Boa Leitura!

Prof. Grillo

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 “JOGOS DE IMPROVISAÇÃO NA RECREAÇÃO E SEUS BENEFÍCIOS”

   Atualmente existem vários grupos que atuam dessa maneira, os palhaços do grupo “jogando no quintal”, onde a relação e integração com seu público é quase 100%. Há, também, o grupo teatral “os improváveis” conjunto de quatro atores e um convidado, a realizar tarefas escolhidas por sorteio onde os únicos materiais que podem usar para realizar determinada tarefa surpresa é seu corpo.

   Percebemos que a re-criação de situações beneficia o ambiente onde necessita de mudanças significativas e de rápida execução, damos como exemplo as decisões rápidas que recreadores desenvolvem diante um platéia ou grupo de recreandos, de acordo com o andamento da atividade dirigida, o recreador deve recorrer a sua criatividade ao longo de pequenos tempos (segundos) para adaptar e reorganizar o ambiente que se encontra. Através de exercícios simples como: explanar diversas maneiras diferentes sobre a mesma coisa ou objeto, leituras úteis e inúteis, explico: úteis, são leituras acadêmicas, revistas, HQs, Jornais, tablóides, etc. Inúteis, placa de caminhões, Outdoors, informativos públicos, etc.

   As atividades de improviso, estimulam o córtex criativo do cérebro fazendo que ele desenvolva e envie ainda mais sinais elétricos e assim a pessoa recebe estímulos mais contínuos e resulta numa abrangência em sua criatividade.

   Sob o ponto de vista neurocientífico a criatividade é o conjunto de atividades exercidas pelo cérebro na busca de padrões que provoquem a identificação perceptual de novos objetos que, mesmo usando “pedaços” de estruturas perceptuais antigas, apresentem uma peculiar ressonância, caracterizadora do “novo valioso”, digno de atenção. (http://www.intelliwise.com/seminars/criativi.htm, acessado dia 23 de Setembro de 2009).

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“TEATRO ESPONTÂNEO E TERAPIA DO RISO”

Numa realidade que as pessoas não sabem olhar nos olhos umas das outras. Os relacionamentos se tornaram superficiais. A terapia do riso surge com o propósito de assessorar no cotidiano das pessoas resgatando o bem estar através do bom humor. “A Terapia do Riso é uma técnica terapêutica de sutilização, pois ela possibilita o resgate do nosso otimismo, do bom astral, do bom-humor, enfim, do estar de bem com a vida.”[1]

O que o texto nos apresenta é que a terapia do riso mostra possibilidades de acessar as pessoas por inteiras, através do lúdico, pois rindo elas se livram de todas as barreiras que dificultam o relacionamento com outros. À grosso modo, o sorriso é um cartão postal para atrair pessoas ao meio social.

E por falar em relacionamentos, segundo a teoria Moreniana da psicodramaterapia refere se ao ser humano como um ser relacionável, ou seja, todas as pessoas se relacionam, seja no trabalho, em suas casas, em seu meio social, etc.

Expansividade emocional é a capacidade que uma pessoa tem para manter relacionamentos. Segundo Moreno, é a “energia que lhe possibilita ‘sustentar’ o afeto de outros indivíduos durante certo tempo” (p. 210) “[…] quantas pessoas um indivíduo consegue sustentar e satisfazer em suas necessidades imediatas […]”[2]

A espontaneidade é um atributo que auxilia no desenvolvimento relacional, porém como citado no começo deste texto, existe atualmente, um bloqueio que impede as pessoas de se relacionarem significativamente. O teatro espontâneo que Moreno apresenta são técnicas psicoterapêuticas que auxilia no desenvolvimento cognitivo individual que resulta na melhoria no relacionamento interpessoal.

Teatro espontâneo, técnica essa que apresenta situações não planejadas que estimula a prática improvisada de seus participantes, assim novas[3] situações são apresentadas exigindo novas atitudes do participante.

Através de exercícios improvisados que o teatro espontâneo propõe aos seus participantes o favorecimento ao desprendimento da realidade desenvolve um trabalho terapêutico junto a esse participante, causando assim um treinamento à sua espontaneidade. E, desta forma, a junção com a prática risoterápica torna se mais assídua e significativa.

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BIBLIOGRAFIA (texto 01)

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BIBLIOGRAFIA (texto 02)

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